O que aconteceu
Saab foi preso e levado para os Estados Unidos. A informação foi repassada por uma autoridade americana à agência de notícias Reuters. Não está claro sob quais acusações Saab foi detido.
A informação foi publicada primeiramente pela Rádio Caracol, da Colômbia, que também aponta um empresário preso. Além de Saab, que é colombiano, a operação também mirou Raúl Gorrín, empresário venezuelano próximo a Maduro. A informação também não foi confirmada oficialmente até o momento… - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2026/02/04/prisao-alex-saab-raul-gorrin-venezuela.htm?cmpid=copiaecola
Cerco Econômico e Militar
O ataque marca um novo capítulo na crescente tensão entre Washington e Caracas. No dia 16 de dezembro, a Casa Branca já havia classificado a Venezuela como uma “organização terrorista estrangeira”, impondo um bloqueio severo à economia do país.
“Estou ordenando um BLOQUEIO TOTAL E COMPLETO de todos os petroleiros sancionados que entram e saem da Venezuela”, afirmou o presidente em sua rede social, Truth Social. A acusação central é de que o governo de Nicolás Maduro utiliza recursos naturais e terras, que os EUA alegam serem roubados de norte-americanos, para financiar atividades ilícitas.
“O regime ilegítimo de Maduro está usando o petróleo desses campos roubados para financiar a si mesmo, o narcotráfico, o tráfico de pessoas, assassinatos e sequestros”, disparou Trump.
Histórico Recente de Confrontos
A ofensiva norte-americana tem se intensificado desde setembro de 2025. Na última segunda-feira (15), o Exército dos EUA reportou três ataques adicionais no Oceano Pacífico Oriental contra embarcações ligadas ao tráfico, resultando na morte de oito homens identificados como “narcoterroristas”.
Além das ações militares, a retórica política atingiu níveis críticos. Trump declarou recentemente que os dias de Nicolás Maduro no poder “estão contados” e chegou a mencionar a possibilidade de uma invasão terrestre.
A pressão aumentou ainda mais no fim de novembro, quando o presidente norte-americano sugeriu que o espaço aéreo venezuelano deveria ser considerado fechado, uma fala que o governo de Maduro classificou como “agressão ilegal”. Com a presença de tropas dos EUA no Caribe e o bloqueio naval em vigor, o cenário diplomático permanece instável e em alerta máximo.

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